O que Guarani das Missões compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Guarani das Missões compraram US$ 12,4 milhões de outros países. É 284% a mais do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 3,22 milhões.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 286 cidades de Rio Grande do Sul que importaram, Guarani das Missões ficou em 60º lugar. No Brasil, em 622º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Soja, mesmo triturada32.687 toneladasUS$ 12,4 milhões100%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1ParaguaiUS$ 12,4 milhões100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2021US$ 952
- 2022US$ 2,34 milhões
- 2023US$ 2,6 milhões
- 2024US$ 486,8 mil
- 2025US$ 3,22 milhões
- 2026 (até setembro)US$ 12,4 milhões
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Guarani das Missões
Quanto Guarani das Missões importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Guarani das Missões (RS) compraram US$ 12,4 milhões de outros países: 1 produto, de 1 país.
O que Guarani das Missões mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Soja, mesmo triturada (100%).
De quais países Guarani das Missões mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram Paraguai (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
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